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Flexibilidade é Importante

  • Leonardo Duarte
  • 22 de jan. de 2016
  • 1 min de leitura

Ficou impressionado né?! Também fiquei de cara com a flexibilidade dessa mulher, provavelmente deve ser alguma bailarina ou ginasta. Maaaas voltando para o mundo dos meros mortais, a #flexibilidade é sim muito importante, tanto para quem objetiva hipertrofia, quanto para quem quer qualidade de vida! Mas, para se TREINAR eu falei TREINAR flexibilidade temos que ter algumas preocupações: ✔Primeiro, estabelecer objetivos individuais! ✔Utilizar uma amplitude de movimento ativa confortável; ✔Postura e posição correta, garantindo o alinhamento correto para aplicar o alongamento; ✔Enfatizar a respiração correta; ✔Manter o movimento no mínimo 2 séries de 20 a 30 segundos ou mais dependendo do caso; ✔É normal o desconforto ir aumentando de acordo com a amplitude, porém é necessário continuar se concentrando na respiração; ✔Evite forçar o movimento em apneia; ✔Retornar o movimento lentamente a posição inicial. Existem vários métodos para melhorar a flexibilidade, por meio de programas apropriados de alongamento: ✔ alongamento estático; ✔alongamento passivo; ✔alongamento ativo/dinâmico; ✔FNP (Facilitação neuromuscular proprioceptiva); ✔alongamento dinâmico, fálico ou balístico. Os benefícios da flexibilidade aumentada: ✔tensão muscular reduzida e relaxamento aumentado; ✔facilidade de movimento; ✔coordenação melhorada decorrente da maior facilidade de movimento; ✔amplitude de movimento aumentada; ✔diminuição do número de lesões; e outras. ⠀ Qualquer um pode melhorar a flexibilidade, lembrando que alguns cuidados devem ser tomados: Se seu objetivo é melhorar a flexibilidade, não alongue os músculos treinados no mesmos dia. Exemplo: treinou membros inferiores, alongue membros superiores / treinou membros superiores, alongue membros inferiores. CUIDADO PARA NÃO LESIONAR! Para melhores resultados procure um bom #professor de ED Física! ______________________________ ACSM's Resources for the personal Trainer. 1st ed. Baltimore: Lippincott Willians & Wilkins; 2005. p

 
 
 

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